Pure Baby – Mellow Yellow

Como é possível um pano tão leve e tão robusto em simultâneo. Foi o que pensei logo que experimentei este pano de cor viva. Foi fácil de ajustar a minha filha, fácil de amarrar – não sai do sítio quando estamos a ajustar -    e deixa mesmo uma sensação de leveza e robustez.

Penso que para quem queira testar um pano pela primeira vez, este pano trará uma excelente experiência.

E o amarelo é a cor da felicidade, gosto tanto.

Recomendo a experiência.

Sabla D’Oliveira

Santos Populares

Acabou o mês de Junho, mês de Santos Populares, um mês de festa e arraiais um pouco por todo o país. O Santo António festeja-se mais para a zona de Lisboa, o São João no norte enquanto o São Pedro é na zona mais piscatória. Este ano infelizmente são festejados de maneira diferente. Mas sabem qual é a história por detrás da tradição dos santos populares?

Começamos pelo santo António a 13 de Junho, de seu nome Fernando Bulhões nascido e criado em Lisboa onde hoje está construída a Igreja de Santo António. Vindo de uma família nobre pediu para ingressar na ordem dos cónegos regrantes de Santo Agostinho, mais tarde e depois de estudar teologia em Coimbra ingressa na mais recente ordem Franciscana e muda o seu nome para António em homenagem ao ermita Santo Antão .

Revela-se um grande pregador contra as injustiças e a desordem social, a exploração dos pobres e a má vida de certos setores do clero. A sua fama como pregador milagroso começou a se espalhar em Itália acabando por morrer em 13 de Junho de 1231 em Pádua derivado a problemas de saúde. Recebeu o título de doutor da igreja e desde então Pádua é um centro de peregrinação. É considerado um santo casamenteiro, que tem fama de ajudar a arranjar casamento a quem lhe for devoto. Na noite de Santo António é costume existirem as famosas marchas polulares, os arraiais começam por esta altura e só terminam no final do mês. Temos por hábito comer sardinhas assadas, broa, salada de pimentos e caldo verde.

De seguindo, chega o São João, a 24 de Junho, celebramos a natividade. João Batista nasceu tal como Jesus de um milagre, filho de Zacarias e Isabel. Ela estéril e com idade já avançada recebeu a visita do anjo Gabriel que lhe anunciou o nascimento do seu bebé que teria de nome João. João foi um dos maiores profetas do século I, batizou Jesus que era seu primo e acabou por morrer decapitado com cerca de 30 anos.

No São João há muitos arraiais principalmente no norte do país, onde devemos cumprimentar toda a gente com alho-porro (hoje em dia foi trocado por martelinhos de plástico), lançando-se balões de ar quente (aqui mais ligada a anterior festa do solstício) e as famosas fogueiras dos santos. As cascatas de São João que representam o solstício a vida de uma aldeia depois da colheita e por último o mergulho para trazer fertilidade as mulheres. No que toca ao menu da festa, passou de cabrito com batata assada e pão para as típicas sardinhas.

Por último, mas não menos importante, a 29 de Junho festejamos o São Pedro. São Pedro foi apóstolo, pescador e um dos doze apóstolos de Jesus Cristo. Terá sido bispo de Roma o primeiro papa da igreja católica e terá tido o mais longo papado da história, cerca de 37 anos. A 29 de Junho terá sido o dia de sua morte e é neste dia que se comemora o dia de São Pedro mas também o dia do papa, uma vez que ele ter sido o primeiro papa da história católica.

A festa de São Pedro é o final de um mês cheio de arraiais, marchas e as tradicionais sardinhas com broa, salada de pimentos. Em certas zonas, os rapazes percorrem de madrugada e roubam vasos das casas para oferecer a capela e a São Pedro.

Mostramos agora um pano acarinhado por nós, feito especialmente para Portugal (numa parceria com o Panos Viajantes) com uma imagem ligada ao nosso país. E que bem que fica nesta altura, não acham? Não era assim que idealizamos apresentar este ROAR, mas infelizmente este ano não há festas e por isso fica aqui um bocadinho das nossas sardinhas tão giras e tão típicas dos santos.

Equipa Panos Viajantes

Geek Sling

Hoje venho falar de um paninho bicolor que chegou cá em casa e diz muito. É um Geek Sling, tão  macio e tem um toque maravilhoso, um pano com um excelente  suporte, responde bem a médias caminhadas mesmo com bebés como a minha que pesa 15kg e adora um colinho bom.

Tive o prazer de tê-lo por umas boas férias, apanhei inverno e primavera, que mais parece verão, e digo, este pano é bom para qualquer estação! Algodão 100% de excelente qualidade e mantém a temperatura mesmo em tardes quentes.

Os nossos passeios preferidos são as tardes de Sesimbra, ver o mar apanhar aquela brisa e caminhar pelo grande areal. Digamos que este pano nunca nos deixou  na mão, tirar mesmo apenas quando o que se quer é molhar os pés.

Dou 5* a este menino! Já sinto saudades antes mesmo dele seguir caminho, espero que dê muitos colinhos por aí. Irá com certeza fazer muitos bebés felizes.

Daniela Benedito

Não é um adeus, é um até já!

Hoje a fotorreportagem é especial e com uma lágrima. Sim, nós as duas hoje despedimo-nos deste projeto. Foram momentos inesquecíveis que vão deixar saudades e criámos uma família fantástica.

Mas tudo tem um fim e, possivelmente, é um até já.

Carregar é bom, mas há fases para tudo, e está na fase em que os nossos passarinhos já não precisam de nós para se deslocarem dos ninhos, começam a voar sozinhos, ainda que debaixo das asas das mães. 

Um grande beijinho Fátima e Marta

Especial: Semana Europeia do Babywearing 2020

Esta semana é uma semana muito especial para nós que carregamos, já que se celebra a Semana Europeia do Babywearing, e que como cada ano, vem cheia de surpresas, retos e milhares de fotos bonitas nas redes sociais ao mais puro estilo “spread the love”!

A temática de este ano é “O 4º Trimestre e Mais Além…”

Não costumamos ouvir esta expressao no nosso país, mas nao é nada mais nada menos (talvez ainda pouco) a conhecida etapa de “Exterogestação”.

Todo o ser humano “nasce prematuro”. Somos a espécie mais inteligente do planeta, por isso, o nosso cérebro requere um crâneo de grande tamanho para albergarlo, mas, como o canal de parto não permite que pase um crâneo de tais dimensões, o bebé necesita seguir o seu crescimiento de forma extra úterina. São os primeiros 9 meses do bebé fora do útero materno, meses de adaptação ao mundo exterior, de crescimento e desenvolvimento físico, psicológico e emocional, até à etapa de gatear, e total dependência da sua mãe (o principal cuidador), onde o vínculo é vital!

A equipa do Panos Viajantes em Espanha e Portugal, quis partilhar com vocês, histórias e recordações pessoais destes intensos meses de Gestação Extrauterina, e mais além…

Disfrutem!

Feliz Semana Europeia do Babywearing! 🙂

Patrícia Maia Luís

O quarto trimestre e mais além… carregando!

” Só descobri o babywearing com a minha segunda filha… e tem sido maravilhoso! Carrego-a quase desde que nasceu e já vai a caminho dos 3 a nos… quase 36 meses de colo cheio deamor! Se não fosse o babywearing, ela teria colo na mesma, mas não seria com certeza a mesma coisa. A segurança que o colo com panos me dá para continuar a fazer quase todas as tarefas diárias é inigualável a qualquer outro tipo de colo.

Já estou na fase em que todas as vezes que consigo pô-la num pano são preciosas, porque já tem muitos outros interesses, mas ainda nos ajuda em alguns momentos.”

Vânia Rodrigues

” Para mim o babywearing são os passeios ao fim de semana, são as saudades ao fim do dia de trabalho, é miminhos, é cansaço, é ganhar força para mais um pouco, é poder fazer um caminho, e poderes ver tudo o que há nesse caminho, tal como eu vejo. “

Sylvia Freitas

” Descobri o babywearing ainda durante a gravidez e rapidamente percebi que ia muito para além do simples porta-bebés.

Todo o processo levou-me a descobrir, entre muitas coisas, a importância do quarto trimestre, do pele com pele, da parentalidade com apego, do amor que cresce e transborda a cada batida dos nossos corações coladinhos um ao outro!

O babywearing abriu-nos todo um mundo de coisas maravilhosas, mas acima de tudo mostrou-nos que podemos ir sempre mais para lá do que é esperado ou do que conhecemos. 

O babywearing está desde esse primeiro momento de descoberta presente nas nossas vidas e veio para ficar…”

Libânia Freitas

” A minha jornada no babywearing acabou recentemente, mas foi um percurso muito intenso e gratificante.

Carregar o nosso bebé juntinho a nós, faz com que sejamos mães mais felizes e tranquilas. 

Descobri o babywearing grávida da minha segunda filha, carreguei desde dos seus primeiros 15 dias de vida, mas se fosse hoje teria saído da maternidade a carregar, teria carregado o meu primeiro filho. 

Cresci imenso como mãe e estou muito agradecida a todas as pessoas que me ajudaram neste percurso.

Quiçá existirá um terceiro bebé, quiçá nunca deixarei de carregar…

Até lá, aproveitem por mim <3″

Inês Leite Rocha

” Eu sabia que queria carregar o meu bebé juntinho a mim e ainda não conhecia o babywearing. Foi uma ajuda fundamental para lhe dar todo o apoio, carinho e protecção. Carrego até aos dias de hoje, muito menos claro porque eles crescem muito rápido. Mas carregarei a vida toda no coração. E estes momentos ficaram na lembrança.”

Fátima Farinha

” Para mim é muito bom poder falar um bocadinho sobre o babywering, descobri o babywering pois procurava uma alternativa aos medicamentos no que se diz respeito a colicas dos rescem nascidos, ah pois é… toda mãe e bebé sofre imenso com as cólicas, mal saberia nós que ali descobreríamos uma viagem magnífica, desde o início até hoje com dois anos, Babywering é o abraço que toda mãe e bebé precisa, é troca de calor, de olhar, sorrisos é o aconchego em dias se chuva, é brincadeiras e danças, é o melhor analgésico, é liberdade é leveza….

Babywering é tanta coisa que poderia ficar aqui por horas a escrever, babywering muda vidas e constrói vidas mais felizes, com mais amor, e amor é o que o mundo precisa. Pratiquem babywering e sejam felizes. A troca de calor, carinho e sorrisos é mágico.”

Daniela Benedito

” Descobri o babywearing ainda grávida do meu primeiro filho. Começou a ser carregado com 1 semana e desde então que o colo tem sido uma constante nas nossas vidas. Colo para consolo, colo de aconchego, colo de exploração, colo de passeio, colo para tarefas domésticas … Por aqui está (quase) a terminar uma jornada no babywearing e quase a começar outra <3″

Ana Rita Timóteo

” Comecei a carregar 10 anos antes de que nescese o meu filho, com o meu sobrinho mais velho. De vez em quando punha a mochila para que a minha irmã pudesse fazer coisas, sentí que sabia que quando chegasse o momento de ser mãe, também carregaría. Chegou o momento e o único que mudou foi o tipo de portabebé, prefiro qualquer um à mochila.

A minha forma favorita de carregar é o sling de argolas , mas estou sempre aberta a experimentar coisas novas!!!!

Carregar é o meu vício!”

Nuria Varela

” Conheci o mundo do Babywearing quando o meu filho mais velho tinha dois meses, graças a uma amiga que me ofreceu uma mochila ergonómica. Carreguei-o sempre com mochila o Mei Tai , mas não experimentei os panos até que nasceu a minha filha do meio.”

Sara Santander García

” Foi na segunda gravidez que descobri o babywearing, quando refleti acerca do quarto trimestre e assumi que o colo não vicia e que os filhos crescem depressa demais!

Desde o nascimento da bebé que os panos envolvem o nosso abraço. Todos os dias, os corações a bater juntinhos, o cheirinho dela, o toque, os mimos… aqui babywearing é amor!”

Cláudia Amador

“O baywearing é o nosso tempo. O tempo que se detém e é só nosso. Assim é como o sinto, como algo nosso , ainda que o papá também carregue á tanto tempo quanto eu.

O nosso caminho começou muito antes da gravidez, quando já tinha a certeza absoluta de que ia sair do hospital a carregar, e assim foi. Em dois anos, que se me fizeram curtos, aconcheguei, asormeci, alimentei e mimei muito. O babywearing também nos facilitou o dia a dia, ainda que nunca foi o principal motivo pelo qual desejei e decidi carregar a minha filha sempre pegada a mim. Quería “continuar a gestar” aqui do outro lado, pele com pele.

Ao longo deste caminho de amor, que foi muito mais além do quarto trimestre, percorremos kilómetros… e os que nos faltam por percorrer!

Continuo a caminhar a diário com a minha filha pegada a mim. É um prazer. É um vício bom. É amor. E é indescritivel.”

Patrícia Maia Luís

Especial: Babywearing no isolamento

Carregar é tê-lo sempre pertinho, escutar e decifrar os seus sinais para poder dar-lhes resposta a toda a hora e mimar o nosso bebé o tempo todo. É ter as mãos livres para tarefas diárias ou tomar um café, simplesmente.

Carregar durante o isolamento não é tão diferente.
Há muito tempo que queria escrever sobre este assunto. Exatamente há 37 dias.

37 dias de babywearing intermitente que até há pouco, era intenso e diário, sem mais problemas do que escolher um portabebé X para cada situação ou a cor de um pano. Tivemos quase 2 anos de um feliz babywearing, no qual não havia lugar para greves, embora o medo me assombrasse às vezes.

E de repente tudo mudou! Então, de repente, em 24 horas, deixamos de sair de casa “às costas” para fazer nossa rotina no exterior, respirar ar puro (o que a cidade permite), andar, brincar, ver caras, corpos, abraçar e sentir o calor humano dos outros. E carregando ás costas, tornou-se uma bonita recordação de dias agitados e rápidos.

Agora, tínhamos tooodo o tempo, tempo demais para dobrar e ordenar o nosso stash de panos… e também para olhá-los com tristeza e saudade.

O que me custou convencê-la a subir ao trapo apenas uma vez, uma última vez, acreditava. Mas, finalmente, talvez depois de conversar com ela sobre panos e dos nossos momentos, um dia ela pediu-me “onbu!” e depois “pano” … E eu fui feliz! 😍

Em pouco mais de um mês e meio, eu e algumas das minhas colegas do “Panos Viajantes” fomos presenteadas com pequenos momentos daqueles “só nossos”. Tivemos a sorte de tê-los tão perto na hora da sesta, de mimá-los, de dançar e rir. As mães que trabalham continuam a trabalhar e continuam a carregar, os miúdos e miúdas mais velhos ainda descansam nos panos, embora não tenham descansado neles com suas mães. Nós por cá, reinventamo-nos e criamos uma nova rotina: dançar, dançar mais do que nunca (no final, será super necessário entre pão e pão!! 😅😜)!

Nós, as famílias, temos passado dias intensos, sem poder sair de casa normalmente e, no caso das crianças, a situação é ainda mais delicada, pois aqui na Espanha não lhes é permitido sair ao exterior para absolutamente nada. Em Portugal, o isolamento é voluntário; portanto, às vezes, existem escapadas ao ar livre tomando as devidas precauções, um bom motivo para carregar e levá-los bem pertinho de nós. Em breve, haverão pequenas mudanças tão ansiadas para todos na Espanha, mas, mesmo assim, o babywearing continuará a fazer parte do “processo de volta à normalidade” de algumas famílias.

E logo logo as longas e ensolaradas caminhadas carregando os nossos pequenos, deixarão de brillar apenas na nossa imaginação!

Cuida-te e, entretanto, fica em casa … só um mais um bocadinho.🌈

Patrícia Maia Luís 


YARO SLINGS – GEODESIC CONTRA CORAIL BEIGE

Olá,

Quem sabe quantas meninas já passaram pela equipa Panos Viajantes?
Quem conhece por exemplo Sara? A Milene? A Débora? Alguém? 

A família Panos Viajantes já é grande e muito tenho que agradecer a todas as meninas que fazem ou fizeram parte desta equipa. O meu muito obrigada pelo companheirinho, dedicação, pelo carinho, pela amizade e acima de tudo obrigada por me aturarem há tanto tempo.

A Milene foi uma das meninas que fez o Panos Viajantes crescer, e o pano que vos mostro hoje veio de casa dela. Um bonito Yaro Slings que namorei durante muito mais muito tempo e que não me importaria que tivesse ficado a viver cá em casa.

Um pano com 305g/m2 com algodão, seda e tencel, muito confortável, nada quente para o verão apesar da sua gramagem. É um pano com textura, lindo de morrer e rosa. É um pano luxuoso, com várias linhas que são uma representação simbólica da gravidade, que deixou saudades.

Se tivesse de fazer uma lista com o meu TOP 5, este seria um deles.

Inês Leite Rocha

JUNE 22 – SAVANA

Hoje venho falar de um RS que chegou em minha casa com cheirinho a estreia 😍, foi meu primeiro viajante novinho em folha. Isso parece ser bom porém um paninho que ja deu muito amor pode ser mais facil e maleável. 

Mas fiquei surpreendida pela positiva! Pesquisei um bocadinho sobre a marca e vi que a maior parte de seus slings são para bebés pequeninos e leves, nada se enquadrava com minha chumbinho cá de casa. Quando abri o pacote foi com muita expectativa, quando o toquei e senti, pensei… toca a esperimentar.

Este June 22 é de linho, eu adoro sua cor mostarda, seu toque é seco como um linho deve ser. É um pano fino porém forte, facílimo de ajustar, deve ser maravilhoso para dias quentes, é muito prático pois bem dobradinho cabe ate numa mala pequenina. Fiquei muito surpreendida pela positiva com essa marca, até dá uma vontade de ter mais bebés para esperimentar os outros RS da June 22. Acho que vale muito a pena. 

Vou-me despedir dele esta terça feira, vai deixar muitas saudades. Até breve.

Daniela Benedito

A Maggie e o Babywearing

Olá, hoje é um dia especial! Há dois anos atrás fazia no dia 11 de Fevereiro as 40 semanas da data prevista do parto. É aquela data que parece nunca mais chegar, o medo instala-se, será que vai nascer bem, saudável? E depois passa da data e nada, os nervos e ansiedade aumentam.
Pois foi nascer sete dias depois, já tínhamos indução marcada para o dia a seguir!

Por ser o dia que é decidi contar-vos como conhecemos o babywearing, como iniciámos e como correu até agora!

Durante a gravidez fiquei a conhecer o babywearing por uma amiga (que por sinal fez parte desta equipa).
Como a maior parte dos seres não conhecíamos o babywearing, nem nunca tínhamos ouvido falar e fizemos o que a maior parte das pessoas fazem, comprar um carrinho de bebé. Mas sabíamos que também íamos ter necessidade de carregar e queríamos. Então como a maior parte dos mortais íamos comprar um marsúpio, até que a meio da gravidez e sem ainda ter investido dinheiro num, nos apresentaram o babywearing. A partir daí foi pesquisar por mais informação.
Pois, decidi comprar um pano a essa amiga e combinamos para dia 18 de Fevereiro, depois de almoço, mas estava eu a cortar as unhas a uma das gatas quando uma delas se lembrou de fugir, levantei-me para ir para atrás da gata e senti-me toda molhada. Arrebentaram as águas. Já não fui buscar o pano, só o tive quase um mês depois.

Agora talvez ache que o carrinho foi um mau investimento, pelo menos ter investido num tão caro, pouco ou nada o usámos, e já se encontra arrumado há quase um ano. O Babywearing veio fazer parte da nossa vida, da nossa rotina. Desde ir levar o lixo, a passear o cão, acalmar uma simples cólica, ou ir as compras, passear, o babywearing foi a nossa salvação para os primeiros tempos.

E agora? Agora com quase 2 anos está a acabar-se, são fases e a nossa bebé está uma crescida. Estámos em Fevereiro e não carrego desde que fomos ver as luzes de natal. Agora a necessidade de carregar já não é a mesma.

Preparo-me pouco a pouco para deixar este projeto que me é tão querido.

Agradeço do fundo do coração a todas as colegas e amigas desta equipa que estiveram sempre presentes e prontas a ajudar! E claro quando os teus amigos que não têm filhos se afastam porque de certo modo deixámos de ter alguma coisa em comum, entraram elas e criamos novas amizades. Sem dúvida uma nova família.

Fátima Farinha

June 22 – Dulce de Leche

Sobre a marca:
Em 22.06.2016 nascia Leonie, filha de Audrey Timbert Kiavué. Mas só no dia seguinte esta mãe conseguiria dar colo à sua bebé.
Em Maio de 2018, Audrey criou a marca June 22, permitindo assim que mais de 7500 mães dessem colo aos seus bebés, mantendo-se simultaneamente mais libertas.

Sobre o RS testado:
Pano semi-elástico de dimensão curta e estreita, 100% algodão biológico, de cor bege e argolas prateadas., indicado para recém-nascidos e certificado até aos 10kg.

FotoReportagem:
Elegi este RS da June 22 para uns dias de colinho bom em pleno Alentejo.

A sua colocação e ajuste é extremamente fácil, atendendo ás reduzidas dimensões do pano (quer na altura, como na largura), que corre facilmente pelas argolas.

A sua cor tranquila ajustou-se na perfeição ao ambiente vivido no Convento de Arraiolos.

O toque suave e leve embalou a minha bebé de 8,5Kg nos passeios dados pelo campo e pela cidade de Évora.

Mas atendendo à característica do tecido semi-elástico, que carece de algum ajuste, aconselharia este RS a rabiosques mais leves.

Quando subimos ao castelo de Arraiolos sentia-se um vento forte, frio e húmido. Assim, optámos por usar o RS sob um corta-vento, o que foi possível por se tratar de um tecido pouco encorpado. (Na verdade, talvez este porta-bebés seja melhor opção para dias mais quentes.)

Mas o mais importante é que este RS espalhou muito amor por onde passou <3<3<3